Aquela dor que amarga no peito,
Junto aquele desejo de voltar,
Será que passa?
Será que passará?
Se sim, não sei.
Mas uma coisa é certa,
é com essa dor que vou ter que viver,
E é essa a dor que vou ter que levar.
pois o sentido da vida é para frente,
Infelizmente, e a gente não pode voltar,
E só o que fica é só a amarga vontade
De querer mudar.
Tudo que fiz foi por você,
Mas está chegando a hora d'eu entender,
Cruzar meus braços e me render ao desdém.
Pois do que adianta lutar,
Por quem já está gostando de outro alguém?
Assim como tudo tem seu tempero,
a minha poesia também tem,
Que é um pouco de lágrima
E bastante do sofrer.
Assim como o único tempero da vida
É morrer.
Junto aquele desejo de voltar,
Será que passa?
Será que passará?
Se sim, não sei.
Mas uma coisa é certa,
é com essa dor que vou ter que viver,
E é essa a dor que vou ter que levar.
pois o sentido da vida é para frente,
Infelizmente, e a gente não pode voltar,
E só o que fica é só a amarga vontade
De querer mudar.
Tudo que fiz foi por você,
Mas está chegando a hora d'eu entender,
Cruzar meus braços e me render ao desdém.
Pois do que adianta lutar,
Por quem já está gostando de outro alguém?
Assim como tudo tem seu tempero,
a minha poesia também tem,
Que é um pouco de lágrima
E bastante do sofrer.
Assim como o único tempero da vida
É morrer.
Luiz Eduardo Damasceno de Sousa
3º ano D

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